Autores

CAMILO PELLEGRINI é formado em Direção Teatral pela UNIRIO. Escreveu e dirigiu as peças: Amélia, Adormecida, Caminhos de Sangue, Madrasta, Amores de Sabrina, As Filhas de Betty D., Brecht Morreu e Gênesis dos novos deuses. Já dirigiu também Jogos na Hora da Sesta de Roma Mahieu, A Casa de Bernarda Alba de Lorca, Os Últimos Dias de Gilda de Rodrigo de Roure e Desencontro Combinado de Carine Klimeck; Seu trabalho mais expressivo foi Brecht Morreu, peça bilíngue, homenagem ao dramaturgo Bertolt Brecht, encenada no Espaço Sesc com atores brasileiros e alemães. Estreou sua Amélia na Sala Paraíso do Teatro Carlos Gomes. Encenou a primeira parte da Trilogia das Assassinas, Adormecida, no Espaço SESC. A segunda parte, Madrasta, na Sala Paraíso do Carlos Gomes e a terceira, Caminhos de Sangue, no Teatro do Café Pequeno. No começo de 2005, aconteceu a Mostra Camilo Pellegrini, no Centro de Estudo Artístico Experimental do SESC Tijuca, que reuniu suas peças anteriores. Seu texto As Filhas de Betty D. foi montado em agosto de 2005 no teatro Ziembinski. Em outubro de 2005 o texto Caminhos de Sangue foi traduzido para o francês e encenado em Paris, participando do ano do Brasil na França. Caminhos de Sangue também já foi traduzido pro espanhol e publicado na Argentina em 2006. Como ator, seu principais trabalhos foram Lição de Anatomia (Teatro Glória – Antonio Leiva – 2000), Discursos (Espaço Sesc – Fábio Ferreira – 2005), a Trilogia de Oscar Saraiva (Esquece, Tudo Isso Agora, Não Perturbe – 2006 a 2009) e As Engrenagens (Cia dos Atores - Raul Hernandez Garrido – 2010). Hoje, Camilo, além de escrever semanalmente no site Drama Diário, trabalha como roteirista na Rede Record, onde já foi roteirista colaborador das novelas Bicho do Mato, Caminhos do Coração, Chamas da Vida, da mini-série A História de Ester, e atualmente da novela Vidas em Jogo.

CARLA FAOUR é autora de duas adaptações literárias para o Teatro: A Força do Destino(2006) – baseada no romance homônimo de Nélida Piñon e Nenê Bonet (2008) – adaptação do único romance de Janete Clair. A Arte de Escutar, seu primeiro texto original, estreou em 2008 e alcançou sucesso de público e crítica. Com A Arte de Escutar, Carla foi indicada como melhor autora aos principais Prêmios do Teatro Carioca: Shell, APTR e Contigo de Teatro. O texto foi traduzido para o inglês com o título The Art of Listening e montado em Toronto, Canadá.  Em 2009, a convite da Editora Agir, do grupo Ediouro, escreveu a partir do texto teatral, seu primeiro romance: A Arte de Escutar. Em 2010 estreou “Açaí e Dedos”, sendo indicado ao Prêmio Contigo de Teatro 2010 – Categoria melhor autor. Carla também foi selecionada para participar da Oficina de Dramaturgia da Rede Globo, em 2010. Como atriz, atuou em mais de trinta espetáculos teatrais, novelas, seriados e filmes.

FELIPE BARENCO tem 27 anos, é dramaturgo/roteirista e desde 2003 trabalha com a pesquisa entre teatro e internet, criando projetos com grande destaque como o site Drama Diário, que reúne jovens autores cariocas e Edificio 256, o primeiro blognovela da web recebendo indicações de melhor blog do ano em sites especializados como a Globo.com. Criou na internet o perfil de humor Dona Heliodora com mais de 10 mil seguidores e grande repercussão na mídia impressa e classe artística. Por conta da personagem foi convidado para escrever o roteiro do 5° Prêmio APTR de Teatro com direção de João Fonseca em homenagem a Bibi Ferreira. Também foi responsável pela concepção e roteiro de videos virais web para o filme estrelado por Ingrid Guimarães De pernas pro ar.  Autor de Meu caro amigo, monólogo inspirado na obra de Chico Buarque (com Kelzy Ecard e direção de Joana Lebreiro) foi um dos espetáculos de maior sucesso de público de sua temporada e contemplado pelo programa Petrobras BR de Circulação. Seu texto Amém participou do ciclo de leituras realizado em Portugal “Salve a Lingua de Camões”, misturando atrizes e detentas num presídio. Atualmente em cartaz com o espetáculo Chuva de arroz, patrocinado pelos Correios e com direção de Vinicius Arneiro. Atualmente é roteirista contratado do Laboratório de Humor da TV Globo.

HENRIQUE TAVARES nasceu no Rio de Janeiro, em 1969. A qualidade de seu trabalho é reconhecida pelo público e pela crítica especializada. Entre seus textos mais recentes estão: Epheitos Kolaterais (2010); Cidade Vampira (2005), em parceria com o escritor Fausto Fawcett; Cine Teatro Drive-in (2004), Telecatch (2002), indicado ao Prêmio Shell – Categoria Especial, além do aclamado Barbara Não Lhe Adora (2000). Também dirigiu os seguintes espetáculos: Açaí e Dedos (2010) e A Arte de Escutar (2008) de Carla Faour, indicado ao Prêmio Shell 2008 de Melhor Texto; Inquieto Coração (2008), de Eduardo Rieche, baseado na obra de Santo Agostinho e A Força do Destino (2006), de Nélida Piñon, eleito pelo jornal O Globo como “Um dos Dez Melhores Espetáculos do Ano”.Formado em Artes Cênicas pela CAL, Rio de Janeiro, Henrique participou como autor convidado do curso de dramaturgia ministrada pela Royal Court Theatre no Brasil. Também foi aluno dos autores Bosco Brasil, João Bethencourt, Lauro César Muniz, Miguel Falabella, de Judith Malina (The Living Theatre), do dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra e do espanhol José Sanches Sinisterra. Em parceria com o cineasta Douro Moura, escreveu o roteiro do curta-metragem Mamãe Tá Na Geladeira, premiado nos Festivais de Cinema de Miami e Belém. Foi professor do grupo Nós do Morro e já ministrou aulas de dramaturgia e interpretação no SESC, na CAL e na UniverCidade. Atualmente, Henrique é professor de dramaturgia na SBAT e roteirista da série Vampiro Carioca do Canal Brasil.

LEANDRO MUNIZ nasceu no Rio de Janeiro, em 1978. Começou sua carreira em 1997, na companhia Os Fodidos Privilegiados. Como ator e músico, trabalhou com Antonio Abujamra, João Falcão, Paulo de Moraes, Karen Acioly, João Fonseca, entre outros. É roteirista dos programas Amor & Sexo e Junto & Misturado, da Rede Globo. Escreveu e dirigiu o espetáculo Relações – peça quase romântica, obtendo 4 prêmios no  XVI Festival de Teatro do Rio 2009, inclusive o de melhor texto. Como dramaturgo, teve um de seus textos, “Peça por peça“, selecionado no Concurso Nacional de Dramaturgia do CCBB, em 2007. Foi vencedor, por dois anos consecutivos, do Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro, com os textos “Musical Disney” e “Texto é que nem filho, primeiro a gente faz, depois a gente dá o nome“, recebendo um total de seis prêmios, dentre eles o de melhor direção. É um dos autores do livro Cena Impressa, sobre dramaturgia em teatro e inédito no Brasil, formado por 10 novos dramaturgos brasileiros. Colabora com os roteiros de duas séries do canal Multishow, “Morando Sozinho” e “Na fama e na lama“. Participou como dramaturgo do projeto Facedrama, que reuniu atores e dramaturgos em uma performance no festival Art Cena. Seus últimos trabalhos como dramaturgo foram “Relações…”, “Téo, Ciça e Marieta” e “Clube da Cena”. Últimos trabalhos como ator: “Marina” e “Marina, a sereiazinha”, ambos com a  Cia Pequod, e participação na série Clandestinos, de João Falcão na Rede Globo.

RENATA MIZRAHI nasceu no Rio de Janeiro, em 1979. É formada em Interpretação na UNIRIO. Dramaturga,  roteirista,  professora  de dramaturgia. Ganhou o  prêmio Zilka salaberry 2010 de melhor texto pelo espetáculo Joaquim e as Estrelas. Com esse texto também foi finalista do concurso nacional de dramaturgia do Cepetin Ana Maria Machado 2009. Integrante da Companhia Teatro de Nós.  Junto com mais nove autores, lançou o livro “A Cena Impressa”. Entre seus principais trabalhos encontram-se as peças Os Sapos, Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha, “Um Dia Anita” (com Julia Spadaccini),  “Rua dos Sonhadores” e “Lar…”(Com Fernando Caruso e Cesar amorim) -  3 peças que fizeram parte do projeto Ocupação Casa da Gávea, entre outras. Ganhou o prêmio de Melhor Texto com os esquetes Joaquim e as Estrelas (versão curta da peça) e melhor esquete por “O Encontro”, ambos do Festival Tápias de Teatro.  Também foi indicada a melhor texto pelos esquetes The End- também na versão curta metragem, Caixinha de Fósforos e Remendar o café para ver se o eclipse mofou por dentro. Fez adaptações das peças Memórias de um rato, Uma Peça sem Nome e Uma Janela em Copacaba. É autora do blog Ao Tempo Palavras.

RODRIGO DE ROURE é roteirista e dramaturgo. Como roteirista escreve o programaPenetra! para o canal Sexy Hot / Playboy desde 2010 e assinou o roteiro do programaBásico para o canal Multishow em 2008. Escreveu os monólogos Senhora Coisa (Madame Chose)Os Últimos Dias de Gilda (Les Derniers Jours de Gilda) que participaram do projeto Teatro em Obras, capitaneado pela Cia. Mugiscuè em Paris, ano do Brasil na França, em 2005. Os dois monólogos foram lançados em edição bilíngue na coleção Palco sur scène pela Imprensa Oficial no Brasil e na França. Os Últimos Dias de Gilda, também traduzido para o inglês, The Last Days of Gilda, estreou em Londres em janeiro de 2009 e reestreou, posteriormente, em agosto do mesmo ano no The Old Red Lion, sob a direção de Victor Esses com Gael Le Cornec com sucesso de crítica e público. Os Últimos Dias de Gilda foi adaptado para o cinema como “Gilda” e está em processo de produção e captação pela Saraguina Filmes. Rodrigo de Roure adaptou Capitães da Areia e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá para o projeto Um Caminhão Para Jorge Amadosob o patrocínio da CSN de Volta Redonda, em 2010. Escreveu também: Dancing Eldorado (projeto contemplado pela Oi – 2007 com a Cia. Centro Cultural Carioca),Preguiça (projeto contemplado pelo FATE – 2004 com a Cia. Teatral do Movimento sob a direção de Ana Kfouri), Terra do Fogo (2006 em SP- projeto Dramaturgias, sob a direção de Bete Dorgan), As Impostoras (2002 e 2010), Preâmbulo de Uma Carta de Adeus(com direção e interpretação de Renato Carrera, 2003), Muitos Anos de Vida (2003, direção de Rodrigo de Roure – Espaço Cultural Sérgio Porto).